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Cientistas alertam para grandes impactos do El Niño em 2016

el nino NETAquecimento global intensifica o fenômeno climático.

 

AMANDA FACCA
Estudante de Jornalismo

 
Janeiro é o mês das chuvas, chuvas estas que podem até ser passageiras, mas sempre vem. No entanto, os meteorologistas alertam para uma alteração no clima este ano.
O fenômeno climático conhecido como El Niño tem gerado preocupação aos cientistas que garantem que este é o mais forte ciclo já registrado. Mas, o que isto significa?
Especialistas definem o fenômeno como o aquecimento incomum superficiais e sub-superficiais do Oceano Pacífico Equatorial, que acontece em intervalos entre dois e sete anos, com causas ainda desconhecidas. Mas, que trazem grandes riscos de fome e doenças à todos.
Análises às imagens de satélites, fizeram com que a Nasa (agência espacial americana) afirmasse que o El Niño de 2015-2016 poderá ser comparado ao chamado “fenômeno monstruoso” de 18 anos atrás. Medições feitas este ano, os leva a crer que o fenômeno deste ano será ainda pior do que o que ocorreram em 1982-1983 e 1997-1998 que foram os de maior impacto no século passado.
Segundo o cientista Nick Klingaman, da Universidade e Reading, na Inglaterra, esse já foi o El Niño mais forte registrado. E de acordo com observações feitas, houve redução nas chuvas em vários países como Índia, Brasil e Austrália, chegando a seca severa na Indonésia.
Mas, não é só isto que os preocupa. Ao mesmo tempo que um país está em períodos de seca, outro sofre com as inundações. O que poderá levar à escassez de alimentos nos próximos seis meses, principalmente no continente africano, partes do Caribe e das Américas Central e do Sul também.
O mundo todo pode ser afetado. Os países em desenvolvimento terão seus efeitos sentidos de forma mais aguda, e os países desenvolvidos por sua vez, sofrerão com a alta dos preços dos alimentos.
Com o término do El Niño, possivelmente no outono no hemisfério sul (primavera no norte) outro fenômeno pode acontecer. Conhecido como La Niña, ocorre após a imensa transferência de calor do oceano para a atmosfera e resfria o oceano. Assim, onde houveram secas, as inundações serão trazidas.
Mas, isto são suposições até então. Os cientistas estão sob alerta e aguardam para mais análises.

Fontes: http://g1.globo.com/natureza/noticia/2016/01/ongs-se-preparam-para-devastacao-por-el-nino-em-2016.html
http://www.climatempo.com.br/noticia/2015/12/03/que-chuva-nos-dara-o-verao-2016—1621

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