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Segunda dose da vacina contra o HPV terá inicio em setembro

As adolescentes deverão tomar três doses da vacina
As adolescentes deverão tomar três doses da vacina

Desde ontem (1), garotas entre 11 e 13 anos de idade que tomaram a primeira dose da vacina contra o Papiloma Vírus Humana (HPV) devem procurar a Unidade Básica de Saúde de Irapuã para tomar a 2ª dose.
De acordo com Rosa Marina, Coordenadora Municipal da Saúde, “a vacina é de rotina e, por isso, mesmo depois da campanha da primeira dose, ela continua sendo disponibilizada nas Unidades de Saúde para as meninas entre 11 e 13 anos”.
As adolescentes deverão tomar três doses da vacina. A primeira foi aplicada em março deste ano, a segunda será em setembro e a terceira será agendada para 60 meses (5 anos) após a data da primeira dose, sendo um reforço para que as jovens permaneçam imunes. É preciso que os pais levem suas filhas para tomar esta segunda dose, que complementa a primeira, tornando-as imunes contra o vírus.
A vacina contra o HPV já está disponível nas Unidades Básicas de Saúde. No entanto, a aplicação é gradativa. Em 2014, estão sendo vacinadas as adolescentes do sexo feminino entre 11 e 13 anos. Já em 2015, será a vez das adolescentes de 9 a 11 anos. A partir de 2016, serão vacinadas as meninas que completam 9 anos de idade.
HPV
O vírus HPV é uma das principais causas de ocorrência do câncer do colo de útero, sendo a terceira maior taxa de incidência entre os cânceres que atingem as mulheres. A vacina ofertada pelo SUS é eficaz na proteção de mulheres que ainda não iniciaram a vida sexual e, por isso, não tiveram contato com o vírus.
A vacina oferece proteção contra quatro subtipos do vírus causador do HPV (6, 11, 16 e 18). Desses, os 16 e 18 são responsáveis por cerca de 70% dos casos de câncer de colo do útero em todo o mundo. Já os tipos 6 e 11 são encontrados na maioria em verrugas genitais.
“O HPV pode ficar no organismo durante anos sem a manifestação de sinais e sintomas. Ele pode ser passado de uma pessoa para outra durante relações sexuais sem proteção, gestação ou no momento do parto. Por isso, a recomendação é a vacinação contra o vírus, o exame Papanicolau periodicamente e o uso constante do preservativo”, explica Almir Santana, gerente do programa de DST/Aids da Secretaria de Estado da Saúde.

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